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Como utilizo o Coaching e a PNL na Medicina e no Emagrecimento

Como utilizo o Coaching e a PNL Medicina e no Emagrecimento

 

Autor: Dr. Antonio Olintho Fossa Junior, médico, administrador hospitalar, empresário.

 


Eu trabalho com emagrecimento desde que me especializei em Clínica Médica e Cardiologia, após me formar na Faculdade de Medicina da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), em 1989.

Vários estudos comprovam que apenas cerca de 1% dos casos de obesidade têm causas endocrinológicas identificáveis. Posso citar como fontes desta informação alguns dos livros de Medicina mais respeitados como o Goldman Cecil - 23ª edição; Rakel Textbook of Family Medicine - 7ª edição, dentre vários outros.  Além disto, os estudos científicos já consideram a obesidade como um fator de risco independente para doenças cardiovasculares.

O tratamento médico funciona bem para várias pessoas. Porém, não funciona para muitas outras, que acham que o tratamento médico convencional é monótono, chato, repetitivo e segue linha dura e fria da ciência. O que fazer quando o cliente lhe diz que “não consegue emagrecer” e você já usou todos os recursos que a Medicina tem? Eu comecei a sentir falta de ferramentas mais adequadas para lidar com a imensa variedade de experiências e dificuldades de meus clientes. As suas vidas eram muito mais ricas e complexas do que a simples prescrição de dietas, exercícios e remédios podiam resolver.

Pensei. Se as coisas continuarem assim, dentro de alguns anos talvez eu não queira mais lidar com o tratamento da obesidade. Mas, ao invés de desistir, eu, que gosto de desafios, fui buscar conhecimentos fora do “senso comum”. Eu senti que aquele era o momento. Eu precisava. As pessoas precisavam. Havia chegado a hora de descobrir novos caminhos.

Estudei a psicanálise, pensei em fazer psicologia, pesquisei muito, conversei com vários mentores, até que descobri o Coaching e a PNL – Programação Neurolingüística “acidentalmente”. Fui fazer um curso de PNL e Coaching aplicado ao gerenciamento de empresas, pois também sou empresário e administrador hospitalar. Eu estava buscando ferramentas gerenciais para utilizar em minha clínica, mas descobri uma área do conhecimento que eu não esperava e não conhecia. Fui procurar uma coisa e achei outra. Fui procurar ferramentas para gerenciamento de empresas e encontrei ferramentas que poderiam ser adaptadas e aplicadas para o gerenciamento da vida. Ainda bem. Fiquei fascinado. Eu percebi que os meus clientes precisavam aprender a gerenciar melhor as suas vidas para que pudessem gerenciar melhor os seus próprios pesos. E o caminho era através do Coaching.

Então, eu resolvi ser mais do que um médico. Eu decidi me tornar um coach, um “treinador”, um ajudador das pessoas que quisessem emagrecer. Decidi então encarar o desafio e fiz um curso de formação avançada em Coaching e PNL – Programação Neurolingüística e adaptei este conhecimento para ser utilizado na área de saúde. Resolvi me tornar o melhor médico-coach que eu pudesse ser para ajudar a quem quisesse emagrecer e manter o peso. Isto significava usar o máximo de conhecimentos da medicina e de todos os campos que a cercam, como exames complementares, tecnologias e remédios, para tratar o lado médico e físico. Significava usar também outras soluções e outros recursos ligados ao mundo das idéias, dos pensamentos, das emoções, dos relacionamentos e dos comportamentos e do gerenciamento. Eu estava errado ao pensar que lidar com a obesidade precisaria ser algo chato, repetitivo, monótono e que deixaria de fora todo o lado humano do gerenciamento da vida necessário para que alguém possa emagrecer e manter o peso.

Com o Coaching eu passei para um novo estágio em minha profissão e em minha vida. Ampliei os meus horizontes profissionais, minhas oportunidades de trabalho e por conseqüência ampliei os horizontes e as possibilidades de sucesso nos tratamentos dos meus clientes. Saí do pensamento ligado apenas ao lado biológico e entrei no mundo do “gerenciamento da vida”, como eu gosto de falar. É preciso ajudar as pessoas em várias áreas, dependendo de cada caso: gerenciamento de tempo; organização da vida financeira; formulação de objetivos; comprometimento; motivação; auto-estima; emoções; estratégias mentais; compulsões; crenças; relacionamentos difíceis; como lidar com as cobranças, críticas e acusações; mudanças de hábitos e comportamentos; etc.

Descobri ao longo deste processo que praticar o coaching não significa abandonar a medicina. E praticar a medicina não significa que não se possa desempenhar o papel de coach. Na verdade, o papel de orientador deveria ser inerente a qualquer profissional que se propõe a ajudar pessoas. A necessidade de desenvolver habilidades de orientação está se tornando uma necessidade importante na prática de muitas profissões, tend o em vista o aumento da complexidade dos problemas com que estamos lidando. É necessário que os profissionais tenham uma maior compreensão de alguns dos processos humanos básicos que são muito importantes para uma adequada orientação. Corpo, mente e ambiente são inseparáveis porque estão sempre interagindo entre si. Estas dificuldades sempre estiveram na minha prática clínica o tempo todo. Eu apenas não sabia como lidar com elas ao mesmo tempo. A união de recursos da medicina e do coaching me deu as soluções que eu precisava. Tanto na área empresarial, com ferramentas eficazes para gerir meus negócios quanto na área médica.

Os meus recursos para tratar a obesidade atualmente são muito maiores do que quando eu usava apenas o modelo médico. Hoje, eu tenho à minha disposição todos os recursos da medicina mais todos os recursos do coaching. É como se fosse um marceneiro que tinha em sua caixa de ferramentas um martelo, um serrote e uma chave de fenda e de repente acrescentasse um kit completo de novos instrumentos. Atualmente, a minha capacidade de solucionar problemas é muito maior. Sempre há uma ferramenta mais adequada para uma determinada situação. Quem tem as melhores ferramentas e sabe usá-las bem tem mais chances de conseguir melhores resultados. Eu tenho muito mais escolhas e flexibilidade.

Com o coaching, um profissional adquire mais competências, além daquelas de sua formação profissional básica, tornando-se mais hábil em comunicação, linguagem, relacionamentos, formulação de estratégias, no estabelecimento da relação de confiança, dentre outras. Um profissional não perde nada ao adquirir as competências do coaching. Ele só ganha. Ele continua sendo o mesmo profissional, com todas as suas prerrogativas, porém com mais recursos. Isto é importante porque nós lidamos com problemas complexos que precisam de soluções e abordagens muitas vezes mais complexas do uma simples orientação básica, dizendo o que fazer. Este raciocínio vale para quaisquer profissionais que queiram incorporar o coaching em suas carreiras. Eles vão fazer melhor o que já fazem bem.

O coaching agrega valor ao profissional que o aplica, pois ele passa a ser um profissional além do básico. Por exemplo, não existe um hotel sem cama, então a cama faz parte do serviço básico do hotel. Isto não agrega nenhum valor nem o diferencia dos demais, pois isto é o mínimo que se espera de um hotel. Afinal, o que caracteriza um hotel é a existência das camas. Todo hotel tem. Porém, tudo a mais que o hotel oferecer passará a ser um valor agregado que irá diferenciá-lo dos outros. Prestar um atendimento educado e atencioso não faz parte do serviço básico de um hotel, mas isto já está incorporado nas expectativas das pessoas. Isto significa que atender bem não irá agregar valor ao hotel, pois isto é o que se espera, mas a ausência de um bom atendimento irá desagregar valor e gerar insatisfações e frustrações aos clientes. O que realmente for além das expectativas é que irá torná-lo diferente e gerará comentários “boca a boca” e trará mais e mais clientes.

Da mesma forma, saber diagnosticar doenças e prescrever tratamentos faz parte da função básica de um médico. É o que se espera de todos os médicos. Mas isto todo médico faz. Prescrever dietas faz parte da função básica de um nutricionista, bem como orientar a prática de exercícios é uma das funções básicas de um profissional de educação física. Atender bem e atenciosamente também não basta para diferenciá-los dos demais profissionais, pois isto é o que se espera deles. Também na área gerencial e administrativa, nas vendas, no ensino, na educação e nas famílias, principalmente no aspecto que envolve a criação de filhos, a tendência mostra que somente a abordagem convencional não tem sido suficiente, pois a complexidade dos casos está aumentando cada vez mais. As habilidades básicas são necessárias, mas não bastam para o profissional do presente e do futuro. É preciso buscar novas habilidades, que realmente sejam capazes de corresponder às necessidades das pessoas e dar as respostas que elas estão procurando para conseguirem emagrecer e lidarem melhor com os diversos problemas e dificuldades na vida pessoal e no ambiente de trabalho.

A tendência aponta para o crescimento das abordagens integrais, que unem o que há de melhor e mais eficiente dos diversos modelos para lidar com questões difíceis na saúde, no trabalho e na vida em geral. Este é o perfil dos profissionais do futuro. Serão profissionais com múltiplas habilidades. A vida, as questões de saúde, de trabalho e que envolve a educação e a família são muito complexas para serem resolvidas por quem usa somente um modelo. O que aprendemos na faculdade está ficando muito pouco.

Os profissionais que valorizam a formação em múltiplas competências estão na linha dos grandes gênios da história. Leonardo da Vinci cultivou a pintura, a escultura, a hidráulica e muito mais. A multiplicidade de interesses e a multiplicidade de habilidades é um elemento chave no sucesso pessoal e profissional.

As pessoas que estão nos extremos, se opondo radicalmente a um ou outro modelo limitam as possibilidades de escolha de seus clientes bem como limitam suas próprias alternativas. Os profissionais flexíveis, com múltiplas habilidades e visões podem transitar em uma ampla variedade de modelos diferentes para ganharem mais escolhas, alternativas e perspectivas mais eficientes para lidarem com os desafios que envolvem o sucesso profissional.

Hoje acumulo uma experiência de mais de 2.000 sessões de coaching tanto na área médica para tratamento da obesidade quanto no atendimento de sessões de coaching na área empresarial (como consultoria) e por diversas outras razões que os clientes me procuram. O que era para mim um sonho agora foi concretizado.

Tenho descoberto coisas que não estão nos livros. Coisas que eu nem sabia que não sabia. É fascinante descobrir caminhos para mudar o que precisa ser mudado. Não sou mais um médico puramente técnico. Não sou mais apenas um “engenheiro do corpo”. Não sou um administrador convencional. Sou um profissional muito mais completo hoje. Tenho muitos mais recursos do que eu tinha há tempos atrás. O modelo que uso não está pronto nem nunca estará. Está em contínuo desenvolvimento e aperfeiçoamento. Se alguém disser que tem um modelo pronto e acabado para lidar com qualquer coisa, provavelmente este modelo já está obsoleto. Novos elementos e novos desafios estarão se somando aos atuais. Há muitas coisas que ainda nem sabemos que não sabemos.

Há milhares de pessoas no mundo todo, em diversos campos de atuação desenvolvendo trabalhos e pesquisas que irão somar mais conhecimentos ao que já temos. Com esta visão eu sou hoje um otimista. Estou empolgado, motivado e entusiasmado igual à época de minha formatura na Faculdade. É bom me sentir assim. É bom mudar. É bom criar e poder ajudar pessoas entristecidas encontrarem a felicidade. É bom contribuir para a sociedade e é melhor ainda ter missões importantes na vida.

É por isso que encorajo você, que pensa em mudar e dar novos rumos à sua vida pessoal e profissional que considere seriamente incorporar o Coaching e a PNL – Programação Neurolingüística em sua vida.




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